Inomináveis começou a ser escrito em meados de 2007, e não tinha a intenção de ser publicado. Era pra ser apenas uma “homenagem” aos meus amigos.
Conheço meus amigos desde 1992, se não me falha a memória, e o livro era pra comemorar 15 anos de amizade. Infelizmente ele não ficou pronto a tempo, rsrsrsrs
Eu e meus amigos crescemos na ilha de Paquetá, uma ilha no meio da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Quando crianças, brincávamos muito, de todos os jogos e brincadeiras infantis que existem, e algumas que nós mesmos inventávamos (como “tênis de rua”), mas dentre todas as brincadeiras, existiam três que detinham nossa predileção.
1º - Futebol – Tinhamos um time chamado “carioca”, quase imbatível, que foi campeão de dois torneios, e terceiro colocado em outros dois.
2º - Video-game – International super star soccer (Nintendo 64) e winning eleven (PS2) dominavam a telinha, e disputávamos altos campeonatinhos.
3º - RPG – Sessões hilárias de RPGs, com momentos cômicos marcantes, que nos fazem ter saudades de uma época tão boa.
Dentre todos os tipos de RPG disponíveis no mercado, preferíamos os de fantasia medieval. Guerreiros, magos e mortos-vivos dominavam nossas manhãs, tardes, noites, e raramente, até as madrugadas. Claro, teve também o “tarrasque”, o monstro que sempre quisemos enfrentar, mas nunca apareceu, rsrsrsrs
Por incrível que pareça, depois de 10 anos jogando RPG, nenhum personagem nunca foi além do 5º nível, pois sempre perdíamos as fichas, ou esquecíamos qual era a história e começávamos tudo de novo. Mas a verdade é que nos divertíamos construindo fichas, desejando por um “triplo 6” nos dados.
Enfim, depois de 10 anos, nós MERECÍAMOS passar do 5º nível.
Foi então que tive a idéia. Escrever em um livro, a história que nunca conseguimos jogar.
Assim começou a ser escrito “Inomináveis”. Um tributo aos “guerreiros” que lutaram ao meu lado durante 18 anos de um RPG chamado “vida”
terça-feira, 8 de junho de 2010
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